Em busca de apoios para ir à etapa do mundial de bodyboard nas Canárias, na pesada onda de El Fronton, fomos saber o que vai pela cabeça deste jovem e talentoso wave rider açoriano.
Foto - Rodrigo Rijo num potente backflip, foto de Ricardo Amaral
1) A última etapa do mundial de Bodyboard e que tu queres marcar presença é na pesada onda de El Fronton nas ilhas Canárias. Já tens os apoios necessários para marcares presença nessa etapa?
R.R - Não. Estou a trabalhar de momento nesse aspeto.
2) Não temos por cá nenhuma onda que se aproxime muito de El Fronton, como te vais preparar para enfrentares as pesadas ondas do Fronton?
R.R - Pretendo surfar o número de vezes possível em qualquer condição de mar, de preferência mar grande. Pretendo também fazer treino de ginásio e/ou começar a correr diariamente e nadar.
3) Quais são os teus próximos objectivos a alcançar no bodyboard? Pretendes fazer num futuro próximo o circuito mundial na integra?
R.R - Fazer o circuito é sem duvida um dos objetivos num futuro próximo, para já pretendo fazer algumas etapas do circuito mundial já para o próximo ano. Se tudo correr bem novidades sairão em breve...
Foto - A pesada onda de El Fronton nas Canárias
4) Da geração mais nova que a tua de bodyboarders açoreanos, há algum que destaques e porquê?
R.R. - Temos o pessoal da Maia, mas infelizmente não temos ninguém mais novo a querer vingar no Bodyboard. Espero que seja algo a mudar num futuro próximo.
5) Apesar de não existirem muitos campeonatos em São Miguel, conseguiste este ano resultados excelentes nas competições onde participaste, como fazes para manter o teu ritmo competitivo, quando passas grande parte do tempo sem competires?
R.R. - Tento surfar o maior número de vezes possível e estar sempre saudável. Penso que a competição a nível nacional e mundial já é tão elevada que temos de surfar como se estivessemos em free-surf, ou seja, sermos consistentes executando. manobras de maior nível de dificuldade.
6) Achas que mais alguns açoreanos poderiam dar-se bem nas competições nacionais e internacionais? Quem destacarias?
R.R. - De momento apenas o Pedrim.
7) O que achas que falta para que mais açoreanos possam ter bons resultados a nível nacional e internacional?
R.R.- Não só a falta de apoios mas acho que falta uma "nova geração" com ambição, garra, talento e com vontade de querer realmente vingar no Bodyboard, acho que isso é até ainda mais importante que a falta de apoios neste momento.